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28/05/2017



Os perigos do Omeprazol

o remédio que pode 

destruir a sua saúde!


fonte:  asminhasdicas 

"Muita gente já usou Omeprazol para tratar problemas gástricos, mas acredite: ele é uma verdadeira bomba.

Para você ter ideia, esse remédio é capaz de inibir o ácido gástrico, que é muito importante para o nosso corpo, pois regula a digestão."

"O ácido gástrico nos protege de
vírus e bactérias
combatendo doenças causadas por 
intoxicação."


"O omeprazol causa dependência, já que, para o tratamento de gastrite, costuma-se usá-lo várias vezes, até por mais de um ano."

"As consequências "

"- Anemia
- Depressão
- Demência
- Doenças neurológicas"

"Isso tudo pode ocorrer porque o remédio prejudica a absorção de vitamina B12, que está diretamente relacionada à produção de células vermelhas no sangue."
"Com a ausência dessa vitamina, começamos a ter fadiga, estresse e até insônia."

Sabe o que isso significa?

"Que Omeprazol pode prejudicar seriamente o sistema nervoso central, afetando completamente nossa saúde.
Além disso, a droga também pode diminuir a absorção de cálcio, levando a fraturas, problemas ósseos e musculares."
"Os idosos são as maiores vítimas dos efeitos colaterais desse remédio, muitos até passam a ter problemas respiratórios."



"Pesquisadores do Instituto Kaiser Permanente, nos Estados Unidos, publicaram um estudo sobre os perigos do remédio."
"Eles observaram 26 mil pacientes por mais de dois anos e outra.Uma parte desses pacientes consumia Omeprazol; a outra nunca sequer experimentou a droga.""O resultado foi muito preocupante."




"Ao comparar os dois grupos, verificou-se que 65% das pessoas que tinham tomado Omeprazol por dois ou mais anos apresentavam um maior risco déficit de vit. B12.O consumo diário implica um risco de 95% de apresentar carências."
"O que fazer?"

"Claro que você deve seguir o tratamento prescrito por seu médico."

"Mas há muitos remédios naturais que podem substituir o Omeprazol.
E todos deviam saber disso."

Um desses remédios naturais que podem substituir Omeprazol é o suco de batata-inglesa.


É bem simples. 
Você vai descascar uma batata-inglesa, 
ralar e depois espremer até sair o leite.
Tome uma colher em jejum
 
     ou trinta minutos antes das refeições.
 Este suco também pode ser consumido quando a pessoa sentir os incômodos da gastrite, pois alivia imediatamente os sintomas." 
 Para azia: tomar durante uma semana.    
Para gastrite: tomar durante duas semanas.  
Para úlcera: tomar durante um mês.

"Outro excelente substituto natural de Omeprazol é o chá de espinheira-santa."


Para fazê-lo, você vai precisar de:
   1 colher de sobremesa de folhas secas de espinheira-   santa 1 xícara (chá) de água
 
Modo de preparo:
 
Ferva a água e despeje-a sobre as folhas de espinheira-santa rasgadas em pedaços pequenos.
 
Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos.
 
Depois que amornar, coe o chá e tome em seguida.
 
Tome uma xícara antes das refeições principais para proteger o aparelho digestivo e evitar a acidez estomacal.
 

Grávidas devem evitar tomar o chá de espinheira-santa, pois ele provoca contrações no útero, o que pode levar ao aborto.

..."tratamentos caseiros"..."não substitui um especialista""Consulte sempre seu médico."
Fonte: www.curapelanatureza.com.br

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24/09/2014

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Perfil da obesidade no Brasil /"Apenas 74% dos obesos mórbidos têm essa consciência; 57% não reconhecem estar nesta condição"












Apenas 74% dos obesos mórbidos têm essa consciência; 57% não reconhecem estar nesta condição

OBESIDADE

Apenas a cirurgia não é suficiente; também é necessário ter acompanhamento psicológico


Casos de obesidade podem ser mais eficazmente combatidos aliando-se diferentes frentes de tratamento. Embora muitos acreditem que apenas a cirurgia bariátrica vá resolver o problema, é necessário um trabalho em conjunto de nutricionistas  













O combate à obesidade com tratamento multidisciplinar

Gabriela Marçal - O Estado de S. Paulo

Apenas a cirurgia não é suficiente; acompanhamento psicológico também é necessário

Casos de obesidade podem ser mais eficazmente combatidos aliando-se diferentes frentes de tratamento. Embora muitos acreditem que apenas a cirurgia bariátrica vá resolver o problema, é necessário um trabalho em conjunto de nutricionistas, psicólogos, cirurgiões e preparadores físicos para que os quilos perdidos não sejam “readquiridos”.
...
“Obesidade não tem cura, tem tratamento”, declara Luiz Vicente Berti, endocrinologista do Hospital São Luiz. “É necessário que o paciente entenda que, para se manter com saúde e qualidade de vida, ele deve manter um grau de reeducação alimentar e atividade física depois de operado”. O acompanhamento com os profissionais deve começar antes mesmo da cirurgia.
Tony Alter/Flickr
Apenas 74% dos obesos mórbidos dizem ter esse conhecimento, e 57% não reconhecem estar nesta condição
Psicólogos devem preparar os indivíduos para as transformações que a operação vai acarretar. “Trabalha-se o emocional para essas mudanças. Depois da operação, você vai ser a mesma pessoa, vai ter o mesmo marido, mulher, filhos, conta bancária. Mas também vai ter mais saúde e qualidade de vida”, diz.
O acompanhamento de nutricionistas e preparadores físicos também é necessário, antes e depois da operação. Berti lembra, no entanto, que os profissionais devem estar familiarizados com esses casos, para que melhores condições clínicas e psicológicas sejam alcançadas antes da cirurgia. “Não adianta um psicólogo que não está acostumado com pacientes que vão passar pelo procedimento cirúrgico. Não é terapia, é preparação para a operação”, enfatiza.
O trabalho continua no pós-operatório, com o acompanhamento técnico da cirurgia e a continuação de exercícios físicos e reposições vitamínicas personalizados para o paciente. A ideia é que o conjunto de ações faça com que o indivíduo não tenha seu peso aumentado novamente. O próprio comportamento do paciente deve mudar, comendo várias vezes ao dia, e os alimentos mais corretos. “A pessoa não vai se privar de nada, mas também não pode exagerar nos carboidratos”, conclui.

Perfil da obesidade no Brasil

De acordo com uma pesquisa atualizada, feita pelo Hospital São Luiz em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, apesar de 55% das pessoas estar ciente do que é a obesidade – contra 34% em 2007, quando a pesquisa havia sido atualizada pela última vez –, apenas 74% dos obesos mórbidos diz ter esse conhecimento, e 57% não reconhece estar nesta condição.
A falta de autoconsciência com relação à doença é um obstáculo grande para o tratamento. “‘Eu não sei que eu tenho essa doença, então para que eu preciso me tratar?’ Na cabeça das pessoas, obesos mórbidos são aqueles indivíduos que pesam 200kg. Mas você pode ser obeso com 80 kg, se tiver 1,40 m”, diz o endocrinologista.
A pesquisa de 2007 apontava uma maior concentração de obesos mórbidos entre as classes A e B, cenário que mudou em 2014, com as classes C e D com maior número de pessoas nesta situação. “A população destas classes teve uma melhor no nível econômico, o que a fez adquirir hábitos que não tinham, como comer fora de casa e ingerir alimentos mais calóricos. Já as classes A e B, eu deduzo, ou se conscientizou ou se aproveitou da facilidade para ser operado e tratado”, diz.
Em 2007, pessoas na faixa dos 16 aos 18 anos tinham um índice maior de sobrepeso, e menor de obesidade mórbida; a pesquisa atual mostrou que estes resultados se inverteram: “as crianças e adolescentes estão engordando rápido, e os adultos também”. A maior faixa de obesidade continua entre indivíduos de 40 a 50 anos.
As pessoas têm um peso considerado normal quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) não ultrapassa 25. Entre 25,1 e 30, considera-se sobrepeso e, acima de 30, o indivíduo é obeso. A partir desse número, classifica-se a obesidade de maneiras diferentes: com IMC entre 30 e 35, tem-se a obesidade grau 1; entre 35 e 40 e sem apresentar qualquer tipo de doença muito grave, como diabetes, hipertensão, considera-se obesidade grau 2. A partir de 40, o paciente é obeso mórbido clássico, sem necessariamente apresentar a doença. O IMC é calculado como a divisão do peso (em kg) pela altura (em cm) elevada ao quadrado.
Importância da prevenção
A necessidade de realizar campanhas para alertar as pessoas sobre a obesidade foi destacada pelo médico, que diz que ações “mais ou menos como foi feito com o tabagismo” deveriam ser realizadas. “Falta informação. As pessoas às vezes passam por uma série de frustrações em tratamentos clínicos e desistem, vão engordando. A conscientização dá ânimo para ter uma mudança de vida”, explica Berti.
A gravidade da obesidade, inclusive, é a mesma que a do tabagismo – especialmente considerando que as duas doenças podem aumentar o risco de desenvolvimento de câncer. Um estudo feito por cientistas da London School of Hygiene mostrou que pessoas em sobrepeso correspondem a mais de 12 mil casos de câncer por ano no Reino Unido, e que a obesidade pode ajudar a causar 10 tipos diferentes da doença.
Publicada pela revista médica inglesa Lancetl, a pesquisa também mostrou que um aumento de 13 kg a 16 kg em um adulto médio pode aumentar o risco de câncer de útero, vesícula biliar, rim, colo do útero, tireoide e leucemia. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, 50,8 dos brasileiros estão acima do peso, e, entre estes, 17,5% são obesos.
Para tentar reduzir estes números, o Hospital e Maternidade São Luiz Itaim inaugurou o Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica, que funcionará como uma clínica para pacientes com obesidade. A ideia é que o centro “seja o local onde resgatamos os pacientes que estão perdidos, que buscam o tipo de tratamento focado nos problemas deles”, finaliza o endocrinologista.

http://vida-estilo.estadao.com.br/noticias/bem-estar,o-combate-a-obesidade-com-tratamento-multidisciplinar,1564935fonte:
vida-estiloestadao

10/05/2013

"Ex-mais gordo do mundo apela a nudez em luta por cirurgia"

Britânico Paul Mason, que já pesou 444 quilos e está com 152, reclama de demora de serviço de saúde público em autorizar operação para retirada de excesso de pele.

Da BBC Brasil
 
 
Britânico Paul Mason, que já pesou 444 quilos e está com 152 (Foto: Paul Nixon Photography)Britânico Paul Mason, que já pesou 444 quilos
e está com 152 (Foto: Paul Nixon Photography)
 
Um britânico que já foi considerado o homem mais gordo do mundo divulgou fotos de si próprio nu para pedir ajuda com uma operação para eliminar o excesso de pele em seu corpo após perder quase 300 quilos.

Paul Mason, de 52 anos, diz querer ainda advertir outras pessoas sobre os perigos da obesidade e pressionar o sistema público de saúde britânico (NHS) a lhe oferecer a cirurgia.

Ele chegou a pesar 444 quilos há três anos e meio e estava confinado a uma cama em sua casa em Ipswich, no leste da Grã-Bretanha.

Após ter se submetido a uma cirurgia para redução do estômago, em 2010, ele chegou a 152 quilos, e diz ter o objetivo de chegar a 95 quilos.

Ele estima que a retirada da pele em excesso o ajudaria a perder mais 50 quilos. Enquanto isso, ele diz viver 'preso no limbo'.

'Quero que os profissionais da saúde olhem para mim e pensem: 'Está na hora de ajudarmos esse camarada'', disse.

Ele diz necessitar de três operações para remover a pele em excesso no entorno de sua barriga, de suas pernas e de seus braços.

'Na minha barriga e nas minhas pernas, a pele se reparte por causa do peso', disse Mason.

Ele conta que, com a perda de peso, ele ganhou um pouco de independência, mas ainda precisa de uma cadeira de rodas para se locomover.
 
Imagens 'chocantes'
 
A decisão de posar nu para um fotógrafo, segundo ele, foi tomada após perder a esperança de o sistema público de saúde britânico oferecer a ele as operações, que custariam 60 mil libras (cerca de R$ 187 mil) no total.

'Eu me pergunto se isso vai acontecer algum dia. Eu conheci uma mulher outro dia que está esperando há 13 anos por uma operação, e ela só tem uns 12 quilos de pele para remover', afirma.

Ex-mais gordo do mundo apela a nudez em luta por cirurgia  (Foto: Paul Nixon Photography)Ex-mais gordo do mundo apela a nudez em luta por cirurgia (Foto: Paul Nixon Photography)
 
O NHS afirma que Mason precisa se manter com um peso estável por pelo menos dois anos para que as operações para remoção de pele possam ser consideradas.

Mason diz que nunca havia visto 'fotos de verdade' de si próprio de costas e de frente, e admitiu que algumas pessoas poderiam ficar 'chocados' com as imagens.

'Eu queria que as pessoas vissem as coisas que podem acontecer ao seu corpo, à sua pele, quando você ganha uma quantidade extrema de peso', comenta.

'Muita gente acha que vai simplesmente encolher de volta, mas não vai. 

Se as pessoas ficarem chocadas com as imagens, talvez elas pensarão duas vezes que não podem se permitir chegar a esse estado', explica.

Mason teria que se manter com peso estável por pelo menos dois anos para que as operações possam ser consideradas (Foto: Paul Nixon Photography)Mason teria que se manter com peso estável por pelo menos dois anos para que as operações possam ser consideradas (Foto: Paul Nixon Photography)
 
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